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Grupo Moto Geradores

Grupo Moto Geradores

Grupo Motor-gerador


Funcionamento:
A característica principal de um GMG (Grupo Motor Gerador) é transformar energia mecânica em energia elétrica, com voltagem estável independente da variação de carga e velocidade.

Baseado no fenômeno da indução eletromagnética o dínamo gerador de corrente contínua, funciona convertendo a tal energia mecânica contida na rotação do eixo em intensidade de um campo magnético produzido por um imã, o girar do rotor induz uma tensão nos terminais dos enrolamentos, onde conectados a cargas levam a circulação de correntes elétricas.

A energia elétrica produzida pelo GMG é controlada por instrumentos de medições e diversas proteções, tais como fusíveis, disjuntores, contatores, chaves e o quadro de comando.

Composição: 
Os Grupos Geradores são constituídos por um gerador, acionado por motor de combustão, sendo este alimentado por combustível (óleo diesel, gás natural, biogás e outros).

Uma das tarefas mais importantes quando da elaboração de projetos de construção em geral é assegurar um suprimento de energia confiável. Grupo Gerador é elemento-chave em qualquer projeto.

Um GMG a diesel, por exemplo, é composto de:
- motor diesel;
- base horizontal;
- radiador;
- alternador de energia (define o número de fases);
- bateria;
- painel manual de partida com frequencímetro;
- voltímetro;
- disjuntor;
- horímetro;
- medidor de temperatura;
- tanque combustível;
- purificador de ar;
- cabine sonorizada com espuma anti-chamas.
  
Acionamento:
Um gerador pode ser acionado por um motor, por uma turbina hidráulica (hidrogeradores), por uma turbina a gás ou a vapor (turbogerador) ou por força eólica, entre outros, produzindo uma corrente alternada (AC) ou corrente contínua (CC). O Grupo Motor Gerador, em particular, é acionado por um motor de combustão movido a diesel, gasolina ou gás.

Obtenção de Energia
O gerador de energia alternada é um equipamento que converte energia mecânica em energia elétrica. Seu funcionamento é baseado na indução de força eletromotriz: o modelo mais simples é composto por uma espira (tipo de circuito elétrico que produz um campo magnético e eletricidade). Uma turbina é responsável por fazer a espira girar, gerando uma corrente elétrica.

Os extremos da espira são conectados a dois anéis que giram junto com o mecanismo e se conectam ao circuito externo, responsável por transmitir a energia gerada.

Em relação ao gerador de corrente contínua, o gerador de corrente alternada difere principalmente na capacidade de transmitir a energia. Em geral, a corrente alternada consegue atingir uma voltagem muito maior que a contínua, conseguindo chegar mais longe sem perder a força. Apesar de ser mais vantajosa no que diz respeito à economia, a corrente alternada é considerada mais perigosa justamente por trabalhar com tensões elevadas. Por conta disso, a tensão é rebaixada para o consumo popular, geralmente em 127, 220 ou 380 volts.

Classificação segundo sua aplicação:
Grupos Geradores podem ser utilizados como fonte principal ou como fonte auxiliar, para suprir a necessidade de energia de forma confiável em empreendimentos de todo e qualquer porte, para quaisquer aplicações, como indústrias, supermercados, shopping centers, hospitais, edifícios residenciais e comerciais, hotéis e outros.

Segundo sua aplicação os GMGs podem ser:
- Emergência: para suprir a falha da rede elétrica local;
- Economia: substituir a rede elétrica local em horários sazonais;


Componentes de Supervisão e Controle:
Os componentes de supervisão e controle são responsáveis por manter o GMG funcionando automaticamente sem a intervenção humana. Caso haja alguma deficiência de funcionamento do sistema, o motor pode sofre sérias avarias, por isso, para prevenir essas falhas os grupos geradores são dotados de sistemas de proteção e controle, como podemos ver abaixo:
- Pressostato de óleo lubrificante: comanda a parada do motor quando a pressão do óleo cair abaixo de um valor predeterminado.
- Termostato para água de refrigeração: comanda a parada do motor quando a temperatura do meio refrigerante ultrapassa um valor predeterminado.
- Sensor de sobrevelocidade: comanda a parada do motor quando a velocidade ultrapassar, geralmente 20%, do valor nominal.
- Sensor de nível do líquido de refrigeração: Utilizado para acionar um dispositivo de alarme, que indicará a necessidade de completar o nível do sistema de refrigeração.
- Sensor de ruptura de correia: comanda a parda do motor em caso de ruptura da correia, evitando a elevação da água.
- Sensor de frequência: usados para controlar a frequência do gerador e da rede. Nos GMG equipados com partida automática, este comanda as comutações.
- Outros: painel de instrumentos, quadro de comandos e sensores de tensão da rede e do grupo.


Resfriamento:
O resfriamento do motor deve ser feito com água, que deve ser limpa e livre de aditivos químicos corrosivos como cloretos e ácidos. A agua deve ser mantida levemente alcalina, com PH entre de 8 e 9,5. O uso de água potável é liberado no motor, a qualidade da água não interfere no seu funcionamento, porém a longo prazo pode resulta em danos irreparáveis por corrosão.

Autonomia de um GMG:
A autonomia de um GMG depende do seu fabricante, modelo e consumo de carga, em média fornecem energia entre 3h a 8h de acordo com a aplicação.
Por exemplo, para um fornecimento de 180kVA, um GMG com tanque de 280 Litros consumirá 37 litros de Diesel por Hora, durante 8horas.

Os grupos geradores não devem operar com carga muito abaixo da sua capacidade nominal, sob risco de trazer danos ao motor e também reduzir sua vida útil.


Referencias:
Apostila Manutenção de ferrovia – Eletrotécnica II - 2011.2 – Vale
https://www.ageradora.com.br/equipamentos/geradores-de-energia/geradores-de-energia-170-a-500-kva/
https://www.industriahoje.com.br/como-funciona-um-grupo-gerador-de-energia
http://www.blogstemac.com.br/artigos-tecnicos/o-que-sao-grupos-geradores/


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Diodo

Diodo
Diodo

É um dispositivo de junção PN de dois terminais cuja junção pode ser formada por fusão, difusão e crescimento epitaxial.

 

Os diodos funcionam como uma chave, quando estão polarizados funcionam como uma chave fechada, quando estão inversamente polarizados, agem como uma chave aberta,

Na fabricação dos diodos são usados os materiais Silício e Germânio. Para potência usa-se por convenção o silício, por aguentar maiores correntes e temperatura.

Inventor do Diodo

O diodo foi inventado pelo  engenheiro eletrônico e físico britânico John Ambrose Fleming, em 1905, o diodo era construído em um recipiente de vidro fechado a vácuo, assim como a lâmpada de Edison, e continha dois eletrodos, Anodo e Catodo.

John trabalhou de 1881 a 1891 para o inventor Thomas Edison na empresa Edson Eletric, lá aperfeiçoou diversos sistemas de geradores e luminárias elétricas.





Tipos de diodo:

Existem diversos tipos de diodos, que são projetados para assumir características únicas: diodos retificadores são capazes de conduzir altas correntes elétricas em baixa frequência, diodos de sinal caracterizam-se por retificar sinais de alta frequência, diodos de chaveamento são indicados na condução de altas correntes em circuitos chaveados. Dependendo das características dos materiais e dopagem dos semicondutores há uma gama de dispositivos eletrônicos variantes do diodo:

Queda de tensão de um diodo

Aproximadamente, 0,3 V (germânio) e 0,7 V (silício)


Fonte de pesquisa: Museu Virtual de Informática.
Eletrônica Para Iniciantes
Diodos semicondutores de potencia
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As lâmpadas incandescentes devem sair do mercado até 2016. Mas por que devemos trocá-las por lâmpadas frias?

As lâmpadas incandescentes devem sair do mercado até 2016. Mas por que devemos trocá-las por lâmpadas frias?

As lâmpadas incandescentes devem sair do mercado até 2016. Mas por que devemos trocá-las por lâmpadas frias?
Potência é igual a trabalho realizado. As lâmpadas incandescentes geram mais calor que luz. Como você paga pela potência consumida (kWh-kilo Watt hora), e não pela luz gerada, você acaba pagando pelo calor que ela gera (maior valor). E também pela luz gerada. Podemos dizer que a cada R$ 10,00 cobrado pelo gasto com a lâmpada incandescente, R$ 9,00 são pelo CALOR e somente R$ 1,00 é pela LUZ.
Trocando por uma lâmpada fria, é possível obter a mesma intensidade luminosa com menor quantidade de potência e, por consequência pagando menos.
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Código de Cores de Resistores

Código de Cores de Resistores
Existem duas maneiras para saber o valor de resistência de um resistor:

- Medindo a resistência com um ohmímetro, porém, se o resistor estiver danificado ou soldado em um circuito não podemos usar esta opção. 
- Ler o valor no corpo do resistor, para isso usamos a tabela de Código de Cores


Procedimento Resistor de 4 faixas:
- Identifique a cor do primeiros anel e verificar através da tabela de cores o algarismo correspondente à cor. Estes algarismos será o primeiro dígito do valor do resistor.
- Identifique a cor do segundo anel e verificar através da tabela de cores o algarismo correspondente à cor. Estes algarismos será o segundo dígito do valor do resistor. 
- Identifique a cor do terceiro anel, Determinar o valor para multiplicar o número formado pelos itens 1 e 2. Efetuar a operação e obter o valor da resistência.
- Identificar a cor do quarto anel e verificar a porcentagem de tolerância do valor nominal da resistência do resistor.

Exemplo: 
Caso as cores sejam VERMELHO, AZUL, MARROM E PRATEADO, teremos:
2 60W +/- 10%

O mesmo vale para os Resistores de 5 faixas. confira:
- Identifique a cor do primeiros anel e verificar através da tabela de cores o algarismo correspondente à cor. Estes algarismos será o primeiro dígito do valor do resistor.
- Identifique a cor do segundo anel e verificar através da tabela de cores o algarismo correspondente à cor. Estes algarismos será o segundo dígito do valor do resistor. 
- Identifique a cor do terceiro anel e verificar através da tabela de cores o algarismo correspondente à cor. Estes algarismos será o terceiro dígito do valor do resistor. 
- Identifique a cor do terceiro anel, Determinar o valor para multiplicar o número formado pelos itens 1, 2 e 3. Efetuar a operação e obter o valor da resistência.
- Identificar a cor do quinto anel e verificar a porcentagem de tolerância do valor nominal da resistência do resistor.

Exemplo sobre o valor de tolerância:
Caso um resistor tenha 270W com +/-5% de tolerância (ultimo anel verde ou dourado), o valor exato da resistência estará entre 256,5W e 283,5W.

Dica para decorar:
Existe uma frase bastante conhecida por estudantes de eletrônica para decorar a tabela:
Prefeitura Municipal de Valinhos LAVA Vidro Com Bombril

P preto = 0,
M marrom = 1,
V vermelho = 2,
L laranja = 3,
A amarelo = 4,
V verde = 5,
A azul = 6,
V violeta=7,
C cinza = 8,
B branco = 9.
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Circuit Scribe: Desenhe Circuitos Instantaneamente

Circuit Scribe: Desenhe Circuitos Instantaneamente



Conheça o Circuit Scribe, uma caneta com uma tinta prata condutora, que permite que você desenhe seus próprios circuitos em uma folha de papel, sem cheiro, sem esperar secar, sem precisar espremer ou agitar.

O projeto foi financiado por 12,277 apoiadores no site kickstarter e arrecadou US$ 674.425 dólares!

Veja o funcionamento no vídeo:

As possibilidades são muitas, com Circuito Scribe, esquemáticos podem se tornar protótipos de trabalhos de uma hora pra outra. Você pode criar desde circuitos simples, com uma bateria e um led até circuitos mais complexos.

Dados técnicos:
A tinta suporta uma corrente máxima de 175mA em papel comum, e pode suportar até 800mA em papel fotográfico, os criadores não recomendam que sejam aplicadas tensões maiores que 36V, devido à segurança.

A isolação de um circuito para o outro pode ser feito através de outras folhas de papel como divisão.

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Spark

Spark
Já dizia Lavoisier; "Nada se cria, tudo se transforma", e por que não transformar música em eletricidade? 


Essa é a ideia do Spark, um instrumento musical criado por uma pesquisadora de Londres, capaz de gerar energia elétrica através de movimento. Ele será usado em comunidades carentes, onde a população vive sem acesso à eletricidade.

O projeto foi lançado no site de financiamento coletivo kickstarter, que busca apoiar projetos inovadores, foram arrecadados 53 mil Libras, que serão usados para finalizar o protótipo e para a criação de 1000 unidades do produto.



O protótipo foi testado em comunidades do Quênia, onde 75% da população vive sem eletricidade, com 12 minutos de agito do Spark é possível alimentar uma lâmpada por uma hora, carregar um celular ou uma bateria, se ele for usado numa aula de música, por exemplo, pode deixar uma casa toda iluminada por uma noite.



Seu formato lembra um coração humano, ele funciona como um chocalho, através do agito do equipamento é gerado som e eletricidade.

Internamente o Spark é similar a um gerador elétrico, conforme o aparelho é agitado, um imã desliza para frente e para trás através de uma bobina, induzindo assim corrente elétrica que é armazenada em uma bateria recarregável.

Via: Techtudo
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Tipos de lâmpadas

Tipos de lâmpadas
Conheça os principais modelos de lâmpadas usados em residencias e industrias, e algumas informações básicas de seus benefícios e características neste guia, para mais informações sobre cada lâmpada procure catálogos e datasheets dos fabricantes.


Lâmpada incandescente

É um dispositivo elétrico que transforma energia elétrica em energia luminosa e energia térmica. Tem duração aproximada de até 1000 horas, emitem uma luz amarela e apesar do preço baixo, tem baixa eficiência energética, pois apenas 5% da energia elétrica gasta é transformada em luz, os outros 95% é transformada em calor.

*Por sua baixa eficacia o governo fixou um calendário para que residências deixem de usar esse tipo de lâmpada até 2017.



Lâmpada fluorescente

É um tipo de lâmpada criada por Nikola Tesla, introduzida no mercado consumidor em 1938. Ao contrário das lâmpadas de filamento, possui grande eficiência por emitir mais energia eletromagnética em forma de luz do que calor. Por apresentarem alta eficiência e consumo baixo de energia são indicadas para o uso comercial e residencial

Existem em 3 modelos:

- Tubular: Utilizam reatores eletrônicos externos.
- Compacta eletrônica: Possui reator interno
- Compacta não integrada: não apresenta o reator acoplado à lâmpada.

As lâmpadas fluorescentes possuem um par de elétrodos em cada extremo. O tubo de vidro é coberto com um material à base de fósforo. Este, quando excitado com radiação ultravioleta gerada pela ionização dos gases, produz luz visível. Internamente são carregadas com gases inertes a baixa pressão, as mais comuns utilizam o argônio.


Lâmpadas halógenas

Lâmpadas halógenas têm o mesmo principio das lâmpadas incandescentes; porém, são mais elaboradas, tem uma luz mais brilhante, eficiência energética, maior vida útil (variando entre 2000 e 4000 horas), menores dimensões e proporcionam vários efeitos de iluminação. Tem o IRC (Índice de Reprodução de Cor) de 100%, significa uma luz mais real, com a luz que obtemos com o sol. Com essa finalidade fica mais fácil identificar as cores reais de quadros, pinturas de paredes, roupas e objetos.
Essas lâmpadas tem maior uso nos embutido para gesso, spots e luminárias de mesa.

Benefícios das lâmpadas halógenas

- Vida útil longa, até cinco vezes mais longa do que as lâmpadas incandescentes convencionais
- Luz de efeito brilhante, quente, clássica
- A mais alta reprodução de co (Ra = 100)
- Eficiência luminosa de até 25 lúmens por watt
- Efeitos de iluminação natural
- Temperaturas de cor confortáveis similares às lâmpadas incandescentes
- Capacidade de dimerização de 100%
- Intensidade constante durante toda a vida útil
- Brilho total imediatamente após ser ligada
- Bases com parafuso ou pino com padrão global
- Aplicação diretamente na rede elétrica ou com transformador, de acordo com a escolha de lâmpadas de alta tensão ou baixa tensão
- As lâmpadas halógenas ECO são uma alternativa às lâmpadas incandescentes
- Disponíveis com ou sem refletor
- Diversas variações: desde pontos de luz pequenos até luzes de teto grandes
- Design menor devido ao ciclo do halogênio
- Redução da carga de UV através da tecnologia de filtros de UV


Lâmpada LED

Light Emitting Diode (Diodo Emissor de Luz) – é um semicondutor que emite luz quando percorrido por uma corrente elétrica. A cor da luz emitida pode ser branca, branco comercial, amarela ou qualquer cor do espectro de cores. Em termos de capacidade e qualidade de iluminação, as luzes de LED são similares às incandescentes. Porém, utilizam 10 vezes menos energia para isso. Com a sua utilização, a economia na conta pode chegar a 90%.

As lâmpadas de LED também se destacam por sua durabilidade. Sua vida útil média é de 40.000 horas. Isso significa que uma lâmpada LED pode ficar mais de 4 anos e meio acesa de forma ininterrupta!

Benefícios da lâmpada LED

- Até 90% menos emissões de CO2 em comparação a lâmpadas incandescentes e halógenas convencionais
- Baixo consumo de energia
- Não emite radiação UV (ultra violeta) ou IR (infra vermelho)
- Não contém mercúrio nem materiais pesados
- Menor desperdício e baixo consumo de recursos
- Alta durabilidade




Lâmpadas de Descarga

Uma lâmpada de descarga é composta por um tubo de gás (geralmente mercúrio ou argônio), ligada em série com um filamento incandescente, os elétrodos da lâmpada formam uma tensão elevada que rompe a barreira dielétrica do gás e forma uma luz branca.

Os tipos mais comuns são:

- Lâmpadas Fluorescentes
- Lâmpadas de vapor de mercúrio
- Lâmpadas de vapor de sódio
- Lâmpadas Mistas

Vantagens das lâmpadas de descarga
- Sem necessidade de lastro ou ignição
- Alternativa excelente para lâmpadas incandescentes
- Vida mais longa do que a das lâmpadas incandescentes. 



Fonte de pesquisa: Copel, CliqueArquitetura, Philips, OSRAM, Ledobrasil
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Conheça a fita-elétrica

Conheça a fita-elétrica

Desenvolvida pelo empresário John Davies, do interior de São Paulo, as fita-elétricas (também conhecidas como eletrofitas), são condutores elétricos de alta tecnologia que podem ser fixados em paredes, pisos e teto de forma auto-adesiva, facilitando assim as instalações, pois, não é preciso quebrar paredes para a passagem de eletrodutos, fios e cabos.

Existem diversos modelos, para diferentes aplicações, podendo ser usadas para instalações de telefonia, informatica, áudio, vídeo, iluminação, tomadas, ventiladores, etc...

Confira o vídeo onde é demonstrado a instalação de uma tomada:



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Verificação das propriedades dos retificadores com filtro capacitivo

Verificação das propriedades dos retificadores com filtro capacitivo

- Objetivo: Executar a verificação experimental das propriedades dos retificadores de meia-onda e onda completa com e sem filtro capacitivo. 

- Introdução Teórica: Para o desenvolvimento do assunto que será discutido a seguir, é necessária a compreensão de alguns conceitos que farão parte do circuito estudado.
Pretendemos, nesta prática, criar um circuito retificador básico capaz de converter a corrente alternada fornecida pela rede pública em uma corrente contínua sem oscilações de intensidade, apropriada para ser utilizada na alimentação de pequenos circuitos elétricos. 
Sabe-se que a corrente elétrica pode ser alternada ou contínua. Uma corrente contínua é originada por uma fonte de tensão contínua (uma simples diferença de potencial) e flui em um único sentido. Em sua intensidade pode haver variações (que se forem muito acentuadas podem classificar esta corrente como contínua pulsante), mas, em geral, se visa a uniformidade do valor de corrente. A corrente contínua é usada na maioria dos circuitos elétricos, e até poucas variações em sua intensidade podem danificar dispositivos devido ao Efeito Joule. Já a corrente alternada, além de mudar sua intensidade em um curto período de tempo, altera também o seu sentido, sua polaridade, sendo gerada por uma fonte de tensão alternada (que quando automática usa de propriedades magnéticas para alterar seu valor de tensão). O fornecimento de corrente/tensão alternada é mais bem expresso por uma onda senoidal (baseada na função matemática seno), que varia continuamente assumindo todos os valores possíveis em um intervalo delimitado e simétrico. A corrente alternada é utilizada com sucesso no fornecimento de energia elétrica pelas companhias por reduzir a perda de energia, dentre outros fatores. Ora, logo seremos obrigados a converter uma corrente em outra. É esta a utilidade dos circuitos retificadores: converter corrente alternada em contínua. 
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Partida direta de motores trifásicos

Partida direta de motores trifásicos

Partida Direta:
É o método de acionamento de motores de corrente alternada, na qual o motor é conectado diretamente a rede elétrica. Ou seja, ela se dá quando aplicamos a tensão nominal sobre os enrolamentos do estator do motor, de maneira direta.

Neste tipo de partida, a corrente de pico (Ip) pode variar de 6 a 10 vezes a corrente nominal do motor, sendo a forma mais simples de partir um motor.

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